terça-feira, 8 de setembro de 2009

Mostra de Educação Profissional - MEP 2009

Mostra de Educação Profisional
A Mostra de Educação Profissional - MEP é um espaço que tem por objetivo contribuir com a melhoria da qualidade da educação,ao incentivar a produção e a socialização do conhecimento, a troca de informações, a integração das comunidades escolares e a valorização da escola pública.
Este ano participo com três projetos, pela Escola Técnica de Canguçu.


segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Anvisa proíbe os princípios ativos endussulfan e acefato

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou o banimento de uso, em todo país, do ingrediente ativo endossulfam agrotóxico utilizado no cultivo de algodão, cacau, café, cana de açúcar e soja. A indicação prevê, ainda, a suspensão da importação e do registro de novos agrotóxicos à base dessa substância e apontou a proibição do uso do ingrediente ativo acefato nas culturas de amendoim, batata, brócolis, citros, couve, couve-flor, cravo, crisântemo, feijão, fumo, melão, pimentão, repolho, rosa e tomate. O acefato só poderá ser usado em algodão e soja, até a data de 31 de outubro de 2013, segundo a Anvisa.

A Anvisa também recomendou a proibição de uso doméstico e em jardinagem do acefato e restringiu a ingestão diária aceitável do produto de 0,03 mg/Kg de peso corpóreo/dia para 0,0008 mg/kg de peso corpóreo/dia. Essa substância não poderá ser aplicada de forma manual e costal (bombas nas costas). As restrições de uso desses dois ingredientes ativos de agrotóxicos é baseado em estudos que apontam para graves danos de saúde relacionados ao uso dessas substâncias.

Além disso, o acefato e endossulfam já foram banidos em vários países do mundo. Entre os problemas relacionados ao uso das substâncias estão a neurotoxicidade, suspeita de carcinogenicidade e de toxicidade reprodutiva.

fonte:http://www.diariopopular.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?id=12¬icia=4108

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Pesquisa mostra que o sinal de torres de celular pode prejudicar colônias de abelhas

Torre de celular realmente é um problema. Como se já não bastasse o medo de que elas provocam câncer, o que, de fato, pode vir a acontecer caso a potência esteja acima do permitido, uma recente pesquisa relacionou a diminuição na população de abelhas em uma região de Kerala, na Índia, com o sinal emitido por uma torre de telefonia celular instalada no local.

Segundo reportagem publicada na revista de tecnologia Physorg, os estudos mostraram que a população local de abelha diminuiu depois que companhias de telefonia celular instalaram suas torres na região. A conclusão foi que as ondas eletromagnéticas prejudicaram a navegação das abelhas operárias, que se perdiam na volta à colméia depois da coleta de pólen.

Os próprios cientistas trataram de não parecer alarmistas e disseram que os estudos precisam ser aprimorados. Mas ressaltaram que as abelhas, importantes polinizadoras e vitais para o meio ambiente, já estão numa situação vulnerável devido à poluição e que, por isso, esse novo risco não deveria ser ignorado.
Fonte: http://virgula.uol.com.br/

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Estudo mostra que gripe A é mais letal do que gripe comum

A taxa de mortalidade da gripe A é pelo menos duas a três vezes superior à da sazonal. Outro dado é que quase a metade das vítimas já sofria de outras doenças antes de serem contaminadas pelo vírus.

A avaliação foi conduzida por cientistas franceses e divulgada pelo Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças, que acaba de concluir o primeiro perfil completo da nova doença, quatro meses depois da eclosão dos casos nos Estados Unidos e no México. O centro é uma agência da União Européia criada com o objetivo de reforçar as defesas da continente contra as doenças infecciosas.

Apesar de ser mais virulenta do que a sazonal, a gripe A ainda é mais branda do que o vírus que gerou a gripe espanhola em 1918 e que matou 40 milhões de pessoas no mundo, conforme estimativas. Segundo o estudo, de cada mil pessoas contaminadas, entre quatro e seis não resistem ao vírus H1N1. Isso representaria uma letalidade de 0,4% a 0,6%. Já na gripe espanhola, a taxa de letalidade era 10 vezes maior à da gripe A.

O perfil ainda mostra que mais da metade dos casos de mortes – 51% – ocorreram com pessoas entre 20 e 49 anos e que os grupos afetados não são os mesmos vulneráveis à gripe sazonal. Quarenta e nove por cento dos mortos já sofriam de outros problemas de saúde antes de ser contaminados.

A avaliação foi feita em julho com dados de 28 países de todo o mundo, inclusive com os casos registrados no Brasil. A variação entre continentes, porém, é considerada significativa. Em alguns países, a taxa foi superior à média mundial. No México, ela chegou a 6% nos três primeiros meses. Na Argentina, foi de 4,5% entre maio e julho.

Uma das conclusões é a comprovação de que diabéticos e obesos têm mais chances de não sobreviver ao vírus. O que o estudo também revela é que nem crianças nem idosos estão entre os grupos de maior risco, como foi inicialmente indicado. Apenas 12% dos mortos até agora tinham mais de 60 anos. Noventa por cento dos óbitos gerados pela gripe sazonal ocorrem em pessoas com mais de 65 anos. Por ano, entre 250 mil e 500 mil pessoas morrem no mundo de gripe comum.

Uma das teorias avaliadas pelo estudo é de que os mais idosos estariam mais protegidos porque, no passado, podem ter sido expostos a um vírus parecido ao H1N1 ou a uma versão mais leve do mesmo vírus. A estimativa é de que as pessoas que nasceram antes de 1957 podem ter desenvolvido uma resistência a um vírus que se desenvolveu após a gripe espanhola, em 1918. Mas o perfil ainda mostra que, quando idosos são contaminados pelo vírus H1N1, a taxa de mortalidade é alta.

O estudo também indica a necessidade de proteger mulheres grávidas. Nesta semana, a Comissão Europeia divulgou sua estratégia de vacinação, que deve começar já em meados de setembro. Gestantes, médicos e enfermeiras e pessoas com problemas de saúde devem ser os primeiros a receber a vacina. A UE admite, porém, que será “improvável” que haja vacinas para todos em um primeiro momento.

– Será necessário definir prioridades – disse.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Cientistas comprovam atividade elétrica em plantas

Experimentos realizados no Laboratório de Física Aplicada e Computacional (Lafac) da USP, demonstraram que as plantas possuem sinais elétricos que podem, inclusive, ser medidos.

Nos testes realizados com a espécie Epipremnum pinnatum, popularmente conhecida como Jibóia, foram detectados sinais emitidos em pequenas frequências, da ordem de microvolts.

"Na verdade utilizamos dois tipos de plantas, a Sansevieria trifasciata, conhecida como Espada de São Jorge e a Epipremnum pinnatum. "A Jibóia foi a que apresentou os resultados mais satisfatórios", conta a pesquisadora Paula Cristina Pécora. O trabalho feito por Paula teve a coordenação dos professores Ernane José Xavier Costa e Euvaldo Cabral Junior.

Atividade elétrica das plantas

Os experimentos para detectar e mensurar a atividade elétrica de plantas tiveram início quando Cabral Junior teve acesso a um estudo que comprovava a emissão de pulsos elétricos em células de plantas.

"De acordo com a pesquisa, cientistas conseguiram medir potenciais elétricos usando microagulhas inseridas nas folhas", conta Paula. A partir daí, o cientista teve a idéia de começar os experimentos com plantas.

"Uma outra notícia que temos de um experimento semelhante a este teria sido realizado na Alemanha, na Universidade de Munique. Lá, os cientistas também analisaram o comportamento das células das plantas mediante a diferentes tipos de estímulo. Portanto, um processo invasivo", descreve o prof. Xavier.

Cabine blindada

Para a pesquisa, os cientistas construíram uma cabine blindada especial capaz de isolar a planta de qualquer outro sinal do ambiente. Além disso, o processo de aferição foi totalmente não invasivo. É que os pesquisadores adaptaram um aparelho de eletroencefalograma (EEG) para os testes.

"Desde novembro do ano passado fizemos várias aferições dos sinais. Ao mesmo tempo, construímos um circuito gerador de ruído na cabine, o que possibilitou distinguir os sinais da planta em relação ao ambiente mostrando que os sinais eram muito diferentes do ruído", explica Paula.

Para medir os sinais elétricos, os eletrodos foram colocados nas folhas da planta. Em seguida foram processados, fora da cabine, por softwares desenvolvidos no próprio Lafac.

Melhoria de plantas cultivadas em estufas

Esta pesquisa pode abrir o caminho para outras pesquisas na área de botânica e para estudos de interesse agronômico, como avaliar a resposta elétrica das plantas a certos agrotóxicos e produtos similares, por exemplo.

"Podemos imaginar melhores maneiras de monitorar o comportamento e a emissão de sinais de plantas cultivadas em estufas. Testar quais os melhores ambientes, intensidades de luz, som, etc.", avalia o professor Xavier. Outra aplicação imaginada pelo professor é a avaliação do comportamento de plantas de acordo com fertilizantes ou defensivos agrícolas empregados.

Até o final de 2009 o estudo deverá ser publicado na revista internacional Plant, Cell & Environment. Além de Paula, Xavier e Cabral Júnior, integram a equipe de pesquisa do Lafac os pesquisadores Agriano Tech, Aldo Cespedes Arce e Gustavo Atzinger.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Google troca cortador de grama por cabras

O Google decidiu alugar um rebanho de cabras para substituir os cortadores de grama na tarefa de aparar o jardim da sua sede.
Segundo um post no blog da empresa, 200 cabras pastoreadas pela border collie Jen vão dar conta do recado, pastando nos jardins do Google durante uma semana.
Além de comer a grama, as cabras fertilizam a área e tudo pelo mesmo custo dos poluentes cortadores de grama. Segundo o Google, elas também são bem mais simpáticas de olhar.Os animais são alugados da empresa California Grazing, que conta com um “quadro” de 800 cabras a disposição de quem busca alternativas verdes para controlar ervas daninhas e podar arbustos

Aproximação do H1N1 de áreas afetadas pela gripe aviária preocupa OMS

O sudeste asiático, local de maior ocorrencia da gripe aviária, e o continente Asiático tem escapado da gripe suína. O o vírus A (H1N1) está cada vez mais próximo das nações do Sudeste Asiático, cujos Governos tentam impedir que a gripe aviária se propague novamente, ativa principalmente no Vietnã e na Indonésia.
Segundo os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), no mundo todo e desde o final de 2003, 257 pessoas morreram por causa da gripe aviária, incluindo 196 nos países do Sudeste Asiático.
No momento o número de infectados pela gripe suína já passa de 1,1 mil no mundo todo, sendo os países da América e da Europa os mais afetados.
Preocupados com o devastador efeito que a chegada de outro vírus como o H5N1 da gripe aviária pode causar na saúde da população e nas respectivas economias, os sistemas de saúde dos países do Sudeste Asiático estão em estado de alerta máximo.
A OMS ainda não pensa em elevar o nível de atenção da gripe suína de 5 para 6 (último nível da escala).